Brasil na Copa do Mundo: guia e prognósticos
Ancelotti já anunciou os 26 jogadores e a Copa do Mundo está logo ali. Aqui você encontra tudo sobre a preparação, os adversários e os palpites da nossa seleção – antes e durante a competição mais esperada do ano.

Melhores odds do Brasil nas bets
| Brasil campeão da Copa | 20.00 🔥🔥 | 12.00 🔥 | 9.00 |
|---|---|---|---|
| Brasil a chegar à final | Indisponível | 5.00 | 4.75 |
| Brasil a vencer grupo C | 1.17 | 1.20 | 1.20 |
| Vini Jr artilheiro da competição | 25.00 | 26.00 | 25.00 |
| Brasil marca mais gols no grupo C | Indisponível | Indisponível | 1.29 |
| Raphinha mais assistências no Brasil | 5.85 | Indisponível | Indisponível |
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Previsões: o caminho do hexa
A equipe do Site de Apostas está preparando análises completas e previsões para cada partida. À medida que os jogos se aproximarem, você encontrará aqui, em destaque, todos os nossos prognósticos sobre a Seleção Brasileira.
O essencial do Brasil na Copa 2026
A estreia do Brasil será no dia 13 de junho de 2026 (sábado), às 19h (horário de Brasília), contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (EUA). Este é considerado o jogo mais desafiador da fase de grupos.
Você tem várias opções! Os jogos serão transmitidos:
- Na TV aberta: Globo e SBT.
- Na TV por assinatura: SporTV e N Sports.
- No Streaming e Internet: CazéTV (YouTube), Globoplay e ge.tv. A CazéTV é a única plataforma que transmitirá todos os 104 jogos da Copa gratuitamente.
O Brasil está no Grupo C ao lado de:
- Marrocos: Atual semifinalista mundial e principal adversário do grupo.
- Escócia: Seleção europeia tradicional, conhecida pela garra.
- Haiti: Retorna a um Mundial após décadas e joga na Filadélfia.
| Rodada | Data | Horário (Brasília) | Confronto | Local |
|---|---|---|---|---|
| 1ª | 13 de junho (Sáb) | 19h00 | Brasil x Marrocos | MetLife Stadium (Nova Jersey) |
| 2ª | 19 de junho (Sex) | 21h30 | Brasil x Haiti | Lincoln Financial Field (Filadélfia) |
| 3ª | 24 de junho (Qua) | 19h00 | Brasil x Escócia | Hard Rock Stadium (Miami) |
O técnico Carlo Ancelotti anunciou a lista no dia 18 de maio de 2026. Os convocados foram:
- Goleiros: Alisson (Liverpool), Ederson (Fenerbahçe), Weverton (Grêmio).
- Defensores: Danilo, Alex Sandro, Léo Pereira (Flamengo); Gabriel Magalhães (Arsenal); Bremer (Juventus); Ibañez (Al-Ahli); Marquinhos (PSG); Wesley (Roma); Douglas Santos (Zenit).
- Meio-campistas: Bruno Guimarães (Newcastle), Casemiro (Man. United), Danilo Santos (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Lucas Paquetá (Flamengo).
- Atacantes: Neymar (Santos), Vinicius Jr. (Real Madrid), Raphinha (Barcelona), Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henrique (Zenit), Matheus Cunha (Man. United), Rayan (Bournemouth).
O Brasil ficará hospedado no hotel The Ridge, em Basking Ridge, e treinará no Centro de Treinamento Columbia Park, em Morristown, ambos no estado de Nova Jersey, a apenas 30 minutos do estádio de estreia.
As casas de aposta licenciadas colocam o Brasil como a quarta ou quinta força para o título, com odds em torno de 9.00, o que representa uma probabilidade implícita de aproximadamente 11%. Espanha, França e Inglaterra aparecem como favoritas.
É a primeira Copa com 48 seleções. Na primeira fase, são 12 grupos com 4 equipes cada. Avançam para a fase eliminatória (que agora começa nas 16 avos de final) os dois primeiros de cada grupo e os 8 melhores terceiros colocados.
Análise do Brasil
No dia 18 de maio de 2026, em um evento pomposo no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, Carlo Ancelotti anunciou os 26 nomes que defenderão o Brasil na Copa do Mundo.
A grande novidade é a presença de Neymar, convocado pela primeira vez pelo treinador italiano. O camisa 10 não veste a amarelinha desde outubro de 2023, quando sofreu uma ruptura do ligamento cruzado anterior e do menisco do joelho esquerdo contra o Uruguai.
Lista completa
Goleiros:
- Alisson: Liverpool (ING)
- Ederson: Fenerbahçe (TUR)
- Weverton: Grêmio (BRA)
Laterais:
- Wesley: Roma (ITA)
- Douglas Santos: Zenit (RUS)
- Alex Sandro: Flamengo (BRA)
Zagueiros
- Gabriel Magalhães: Arsenal (ING)
- Marquinhos: PSG (FRA)
- Danilo: Flamengo (BRA)
- Bremer: Juventus (ITA)
- Ibañez: Al-Ahli (SAU)
- Léo Pereira: Flamengo (BRA)
Meio-campistas
- Bruno Guimarães: Newcastle (ING)
- Casemiro: Manchester United (ING)
- Danilo Santos: Botafogo (BRA)
- Fabinho: Al-Ittihad (SAU)
- Lucas Paquetá: Flamengo (BRA)
Atacantes
- Raphinha: Barcelona (ESP)
- Neymar: Santos (BRA)
- Vinícius Júnior: Real Madrid (ESP)
- Luiz Henrique: Zenit (RUS)
- Matheus Cunha: Manchester United (ING)
- Gabriel Martinelli: Arsenal (ING)
- Igor Thiago: Brentford (ING)
- Endrick: Lyon (FRA)
- Rayan: Bournemouth (ING)
Ancelotti não pôde contar com três jogadores importantíssimos, todos lesionados: Éder Militão, Rodrygo e Estêvão. Este último era o artilheiro da Era Ancelotti, com 5 gols marcados, e fará muita falta.
Sistema tático e 11 esperado
Taticamente, Ancelotti tem moldado o Brasil em um formato que transita entre o 4-3-3 clássico e um 4-2-3-1 mais móvel. O pilar central de sua filosofia é atuar com "quatro homens à frente".
A Seleção abandonou o ritmo excessivamente cadenciado de outrora para focar em transições verticais e na utilização da velocidade pelos corredores laterais, com um meio-campo sustentado por atletas ambientados à intensidade da Premier League.
A formação inicial mais provável para a estreia contra Marrocos é:

- Defesa: Alisson é titular absoluto. Marquinhos e Gabriel Magalhães devem formar a dupla de zaga. As laterais são a maior incógnita: com a lesão de Militão, Wesley (da Roma) ganhou espaço recentemente na direita, mas Danilo também pode ser opção. Na esquerda, Alex Sandro oferece muita experiênci. Douglas Santos e Léo Pereira são alternativas.
- Meio-campo: Bruno Guimarães–Casemiro são a espinha dorsal da equipe. Bruno Guimarães é o único jogador que atuou em todos os 10 jogos da Era Ancelotti, e Casemiro é o segundo com mais partidas (9).
- Ataque: Raphinha e Vinícius Júnior são os ponteiros naturais. A ausência de Rodrygo e Estêvão limita as opções ofensivas, mas Matheus Cunha deverá ser a alternativa imediata. Neymar, se fisicamente apto, atuará centralizado, com liberdade para flutuar. Luiz Henrique também é uma forte possibilidade.
Em jogos onde Ancelotti quer mais controle de meio-campo, a equipe pode atuar com Paquetá adiantado como meia central.
Estrelas do time

Raphinha e Vini Jr são as duas grandes estrelas do Brasil na Copa
Se as incertezas assombram a retaguarda, Ancelotti sabe que seus grandes trunfos estão no terço final do campo. Apesar das ausências de peso, o Brasil chega a esta Copa com dois dos melhores jogadores do mundo em destaque.
Raphinha (Barcelona)
Raphinha chega à Copa de 2026 no auge da sua carreira, com números incríveis nas últimas temporadas e o 5º lugar na Bola de Ouro de 2025, uma colocação que, para muitos, foi injusta. Analistas e torcedores argumentaram que ele merecia estar no pódio, e há um caso sólido de que superou Vinicius Jr. e até Kylian Mbappé em impacto ao longo de toda a temporada.
Sua ética de trabalho (ele se dedica tanto a marcar quanto a atacar) faz dele um jogador completo. Na Seleção, Raphinha é nome garantido no onze inicial. Pela ponta direita, sua capacidade de cortar para dentro e finalizar de média distância, somada à visão de jogo para servir os companheiros, faz dele a principal arma ofensiva do Brasil.
Vinicius Júnior (Real Madrid)
Apesar de uma má temporada do Real Madrid, os números de Vini Jr. comprovam que o atacante segue como um dos jogadores mais decisivos do futebol mundial.
A velocidade explosiva, o drible em diagonal e a capacidade de decidir jogos grandes fazem de Vini Jr. um titular inquestionável na ponta esquerda da Seleção. E o treinador italiano confia totalmente no jogador, pois atuou em 8 dos 10 jogos da Era Ancelotti, somando 2 gols e 2 assistências nesse período.
Apesar de algumas atuações abaixo do esperado com a camisa do Brasil no passado recente, o momento atual sugere que Ancelotti terá em mãos a melhor versão do jogador para a Copa.
Casemiro (Manchester United)
O experiente volante de 34 anos é o homem de confiança de Ancelotti no meio-campo. Presente em 9 dos 10 jogos sob o comando do italiano, Casemiro é o capitão em campo, responsável por proteger a defesa e iniciar a transição ofensiva. Sua experiência em Copas (foi titular em 2018 e 2022) será fundamental em um grupo que mescla juventude e veteranos.
Neymar (Santos)
Neymar é, ao mesmo tempo, a maior esperança e a maior interrogação do Brasil. Aos 34 anos, o camisa 10 volta a uma Copa do Mundo, mas chega ao torneio em um momento muito diferente daquele que o consagrou como ídolo planetário.
Os números pelo Santos em 2026 são modestos e seu mau momento de forma é um sinal de alerta. Some-se a isso um edema moderado na panturrilha direita detectado a poucos dias da convocação, que deve tirá-lo dos primeiros treinos em Teresópolis, e fica claro que Neymar não chega à Copa como uma estrela óbvia e inquestionável como em ciclos passados.
Dito isso, é Neymar. Maior artilheiro da história da Seleção (79 gols), dono de uma capacidade técnica que poucos no planeta possuem e, acima de tudo, a grande aposta de Ancelotti para organizar o jogo ofensivo da equipe. Quando esteve em campo nos últimos amistosos da Seleção, mostrou lampejos do talento que o consagrou — e é exatamente nesses lampejos que o Brasil deposita suas fichas. A Copa de 2026 será a despedida de Neymar dos grandes palcos e o jogador estará motivado para deixar a sua marca.
Forma na Era Ancelotti
Carlo Ancelotti assumiu a Seleção Brasileira em maio de 2025 e fará história: será o primeiro treinador estrangeiro a comandar o Brasil em uma Copa do Mundo. Sua estreia foi no dia 5 de junho de 2025, com um empate em 0 a 0 contra o Equador, pelas Eliminatórias.
Resultados e dados da Era Ancelotti
| Data | Confronto | Competição |
|---|---|---|
| 05/06/2025 | Equador 0 x 0 Brasil | Eliminatórias |
| 10/06/2025 | Brasil 1 x 0 Paraguai | Eliminatórias |
| 04/09/2025 | Brasil 3 x 0 Chile | Eliminatórias |
| 09/09/2025 | Bolívia 1 x 0 Brasil | Eliminatórias |
| 10/10/2025 | Coreia do Sul 0 x 5 Brasil | Amistoso |
| 14/10/2025 | Japão 3 x 2 Brasil | Amistoso |
| 15/11/2025 | Brasil 2 x 0 Senegal | Amistoso |
| 18/11/2025 | Brasil 1 x 1 Tunísia | Amistoso |
| 26/03/2026 | Brasil 1 x 2 França | Amistoso |
| 31/03/2026 | Brasil 3 x 1 Croácia | Amistoso |
Análise do momento:
- Melhores resultados: A goleada por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul (outubro/2025) foi o ponto alto, mostrando um futebol ofensivo e envolvente. As vitórias sobre Croácia (3 a 1, março/2026) e Chile (3 a 0, setembro/2025) também foram convincentes.
- Derrotas preocupantes: A derrota por 1 a 0 para a Bolívia (setembro/2025), jogando na altitude de La Paz, e o revés por 2 a 1 para a França (março/2026) expuseram fragilidades defensivas e falta de criação ofensiva. Contra o Japão (3 a 2, outubro/2025), o Brasil sofreu uma virada histórica, a primeira derrota para os japoneses.
- Marca incômoda: Em sete janelas de Data Fifa, Ancelotti jamais conseguiu vencer os dois jogos da mesma convocação. A irregularidade é a tônica: vitórias convincentes são frequentemente seguidas de resultados frustrantes.
- Eliminatórias: O Brasil garantiu a vaga para a Copa, mas encerrou sua participação nas Eliminatórias Sul-Americanas com a pior campanha de sua história na competição, um sinal de alerta que não pode ser ignorado.
Artilheiros da Era Ancelotti:
- Estêvão: 5 gols
- Rodrygo: 2 gols
- Vinícius Júnior: 2 gols
- Gabriel Martinelli: 2 gols
- Lucas Paquetá, Bruno Guimarães, Casemiro, Paulo Henrique, Bremer, Danilo, Igor Thiago: 1 gol cada
O Brasil de Ancelotti é um time em construção, com ideias de jogo perceptíveis: pressão pós-perda, transições rápidas e uso dos pontas como principal arma ofensiva; mas que ainda não encontrou consistência.
As lesões de Estêvão (artilheiro da era), Rodrygo e Militão são baixas sensíveis que obrigarão o treinador a reinventar parte do time. A aposta em Neymar, com todas as incertezas físicas que o cercam, é o maior trunfo e, ao mesmo tempo, o maior risco.
Caminho no Grupo C e o mata-mata

A caminhada do Brasil na Copa do Mundo de 2026 começa pelo Grupo C, uma chave que mescla um rival africano em ascensão, uma seleção europeia que retorna ao Mundial após 28 anos e uma equipe caribenha.
Todos os três jogos serão jogados nos Estados Unidos.
Marrocos
- Jogador-chave: Achraf Hakimi (PSG)
- Técnico: Walid Regragui (desde agosto de 2022)
Marrocos chega à Copa de 2026 no ponto mais alto de sua história. Após o inesquecível 4º lugar em 2022 (a melhor campanha de uma seleção africana em Copas), os Leões do Atlas confirmaram o bom momento. Conquistaram o bicampeonato da Copa Africana de Nações no início de 2026 e atropelaram as Eliminatórias africanas com 8 vitórias em 8 jogos, 22 gols marcados e apenas 2 sofridos. Hoje ocupam a 8ª posição no ranking da FIFA, três lugares acima do Brasil.
O técnico Walid Regragui monta a equipe no sólido 4-2-3-1, com uma defesa muito bem postada em bloco médio-baixo. O capitão Achraf Hakimi (PSG) é o jogador mais valioso do elenco e o principal responsável pelas projeções ofensivas pela lateral direita. No meio, Brahim Díaz (Real Madrid) assumiu a função de meia-armador, elevando a criatividade da equipe. No gol, a segurança de Yassine Bounou (Al Hilal) transmite confiança a todo o sistema.
O confronto mais recente entre as duas seleções acende o alerta. Em março de 2023, no primeiro jogo do Brasil após a Copa de 2022, Marrocos venceu por 2 a 1.
Escócia
- Jogador-chave: Andy Robertson (Liverpool)
- Técnico: Steve Clarke
A Escócia disputa sua nona Copa do Mundo, mas a primeira desde 1998, encerrando um jejum de 28 anos. Comandada por Steve Clarke, a seleção escocesa liderou seu grupo nas Eliminatórias europeias à frente de Dinamarca, Grécia e Belarus, com quatro vitórias, um empate e uma derrota. A vaga foi selada com uma vitória emocionante por 4 a 2 sobre a Dinamarca no Hampden Park.
O ponto forte da equipe é a organização defensiva e o espírito coletivo. O capitão Andy Robertson (Liverpool) é o líder em campo, com vasta experiência na Premier League e na Champions. No meio-campo, Scott McTominay (Napoli) é o motor da equipe, conhecido pela chegada forte à área e pelos chutes de longa distância. Billy Gilmour (Napoli) e John McGinn (Aston Villa) completam um setor combativo.
A Escócia jamais passou da fase de grupos em Copas do Mundo, e nunca venceu o Brasil. Ainda assim, chega com ambição.
Haiti
- Jogador-chave: Duckens Nazon (Esteghlal Tehran)
- Técnico: Sébastien Migné
O Haiti volta a disputar uma Copa do Mundo depois de mais de meio século. Sua única participação anterior havia sido em 1974. A classificação foi dramática: na última rodada das Eliminatórias da CONCACAF, a seleção venceu a Nicarágua e ainda precisou de um empate entre Honduras e Costa Rica para selar a vaga. Os jogadores acompanharam o desfecho dentro de campo, por um celular.
O grande destaque da equipe é o centroavante Duckens Nazon, de 31 anos. Formado nas categorias de base do Wolverhampton, ele atua no Esteghlal Tehran (Irã) e foi o principal nome da campanha de classificação, com seis gols em oito jogos nas Eliminatórias (curiosamente, em quatro dessas ocasiões ele havia saído do banco de reservas). Outro nome importante é o meio-campista Jean-Ricner Bellegarde, titular do Wolverhampton na Premier League. O técnico é o francês Sébastien Migné, que está há 20 meses no cargo.
Um aspecto delicado: a escalada de violência no Haiti impossibilita que o treinador viaje ou more no país. Todos os jogadores convocados atuam no exterior.
Possibilidades no mata-mata
A Copa de 2026 tem um formato inédito: 48 seleções, 12 grupos de 4 times. Avançam para a fase eliminatória os dois primeiros colocados de cada grupo, além dos oito melhores terceiros. O mata-mata agora começa nas 16 avos de final (Round of 32), adicionando uma etapa extra antes das tradicionais oitavas.
O chaveamento do Brasil depende diretamente da sua posição final no Grupo C:
Se o Brasil for 1º colocado do Grupo C
- Enfrenta o 2º colocado do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia ou Suécia)
- Data: 29 de junho, às 14h (Brasília), no NRG Stadium, em Houston
Se o Brasil for 2º colocado do Grupo C
- Enfrenta o 1º colocado do Grupo F
- Data: 29 de junho, às 22h (Brasília), no Estádio BBVA, em Monterrey, México
Se o Brasil for um dos 8 melhores 3º colocados, p adversário e o local dependerão de uma combinação específica de resultados e da classificação dos demais terceiros colocados
Ou seja, o Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia, Suécia) é o que define o primeiro adversário do Brasil no mata-mata. Os holandeses chegam como favoritos e seriam, muito provavelmente, o adversário mais indigesto para um confronto já nas 16 avos . Mas esse é um problema que a Seleção pode evitar se confirmar o primeiro lugar do Grupo C e cruzar com o segundo colocado da chave.
